Teus olhos cor de Rubi
No lado esquerdo de teus majestosos olhos, há um lugar para se morar.
Canto tranquilo, que lá batem os ventos mais serenos dos dias de verão.
Quando a luz do luar refletia teus olhinhos, me via como se estivesse olhando pelo leito dos lagos afim de me jogar...
Incrivelmente haverá um homem que já se desfez em três pedaços por uma tão doce mulher.
O primeiro pedaço continha a relva das pradarias; o segundo um pouco de orvalho das pétalas de flores mais róseas; e o terceiro um pouco de ardor de alfazema, que perfumava teu pescoço como se estivéssemos em um buffet cedido por deuses de Atenas. Antes de ti, já havia meu insaciável consenso de amor, esperança e plenitude. Os dias se tornam noite enquanto tua mãos se tornam tão leves e passageiras quando encostam no meu corpo encharcado. E o brilho de teus olhos novamente me paralisam como o rugido de uma pantera negra. Observava a tarde o giro majestosos de acasalamento das borboletas, me fez lembrar de cada passo, de cada instante de cada melodiosa música encantante. Oh, amor... como tu me fazes feliz bem assim:
Une valse sur un jour de pluie, un trouble dans une nuit de brouillard, que faites-vous? .. Je vais garder avec moi mon ange, et bien que vous aimerez la flèche qui pourrait passer par tous les volets de ma peau aussi mince et épais ...? Ne partez pas.
Quando os anos se passam tu me fez um homem, e homem serei eu mesmo até ao dia de sua morte. Não só para dizer que te amo até o fim, mas para recitar-lhe poemas e canções para que me torne algo inesquecível.
Algo inesquecível, tal como o rubi que implantei nos seus olhos para que reflita os raios de sol e toda beleza do mar.
“Sou só um apaixonado, pois não tenha medo... só mordo quando pedires.”
{Francês; Tradução: "Uma valsa num dia de chuva, um transtorno em uma noite de névoa, o que és?.. manter-ei-se comigo meu anjo?, ou irás embora como a flecha que poderia percorrer a cada filamento de minha pele tão fina e espessa?... não vá."}

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