segunda-feira, 28 de setembro de 2009


Humanidade e cães..

Ao único e mero sentido de nossa vida temos em base os deslizes que nos empenham a perfeição retilinéa, e brusca..

Na vida, nos sonhos, e na própria realidade pudemos visar as distinções que levam-nos a todas ás imperipécias, diárias e momentâneas...

Um pobre Homem morre, e embravece por estar âfonito necessitando de alimentos para sua sobrevivência... o mal nele perservera... e o bem aos pés dos passantes prolifera....

Neste seu Mundo, existem mas erros, do que acertos, por mais que pensem que poderíam haver luzes para guiár-lhe .. só mesmo o seu coração, irá ajudá-lo a ser destemido(a)....nada mais, poderá por crença,além de suas palavras lúcidas..

E todos entram em uma replicá, envolvente de paixão, aos poucos descem a terra para mostrar-nos o quão é importante saber viver e aproveitar a todas as chances que são-lhes sugeridas.

O pobre, Homem aquele que chora aterrorizado impôs-se a clamar por sua vida, diante a praça da Igreja..

Assolado pelos preconceitos, por ser pobre, e estar com todas as suas roupas rasgadas..

Uma mulher olhá-o, com olhos de esperança,pensando que podería encontrar a felicidade daquele Homem, apesar de tudo que houvera sofrido...

E enfim, os dois puderam conversar entre um e outro, como fossem Seres Humanos consciêntes...

Izabel, o nome da mulher que prestava ajuda ao mendigo, e o Mendigo que chamava-se Carlos...

Izabel:

-Meu bom Homem, o que faz nesta rua vazia, a estas horas da noite?

Carlos:

-Senhora, realmente não sei o que faço,nem sei por que pude nascer, se quer saber....

Izabel:

-Senhor, você nasceu unicamente, para que possa trazer a felicidade ao seu próximo, por mais que você pense que não,é isso mesmo...

Carlos:

-Felicidade...Moça?, bem.. não costumo usar muito esta palavra ao meu dia-a-dia, me desculpe, talvez eu nem sabia ao menos o seu significado..

Izabel:

-Pobre Homem, a felicidade é quando você está de bem consigo mesmo, a palavra não têm um verdadeiro significado, há não ser o de querer optar por repassá-lá há outros..

O Homem, já instigado com os relatos da mulher diz:

-Senhora, sou um velho, que passei toda a minha vida, catando papelões em todos os lugares, latinhas, coisas deste genêro, a única felicidade que pude presenciar até hoje,...fora a eleição, e o presindenciado do Luís Inacío Lula Da Silva, este sim, é um batalhador...

Izabel, assustada, ao ouvir o mendigo dizendo aquilo argumenta:

-Senhor, não vim aqui para lhe repassar sermões, ou mesmo discursar para você, o nosso presidente não passa-se de uma farsa, como todo Senado,também, não sei,como uma eleição se quer, possa ter sido a sua felicidade, para mim,foi a coisa mais infeliz, que eu como Brasileira pude presenciar...

E já Carlos, acabando com suas palavras... diz:

-Não á mais o que dizer senhora, nesta "minha luta diária" aprendi, que os mais fracos são que perduram dentre a sociedade, os fortes dão-nos motivação somente, para que queiramos seguir em frente, não sou feliz, mas tenho plena consciência de meus atos, apesar de que sejam contestados....Por muitos.

Izabel, concorda,sendo assim, ela tem a iniciativa de levar o morador de rua á uma escola...

Assim, alguns anos depois,o não mais mendigo, com um trabalho fixo, e carteira assinada, vaga pelas ruas, sem mêdo de que a situação desprezível anterior, possa abalá-lo...

Moral da Estória:

Apesar de não termos, a miníma coisnciência do que fazemos, estamos lúcidos de que o sofrimento poderá vir, a nós mesmos, sendo assim este seu amendrontar causa-nos uma certa paz de  espírito.

(André dias)


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