sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Solidão

 


Pobre Homem que sorri,por dentro e choras por fora...

Um canto de amor, desvia seus pensamentos...

E,lá a mulher que amava não mas estava...

Era dominado pela escuridão, e o fascínio que causará-lhe a dor de seus tão recíprocos sofrimentos..

Lembranças vinham em sua mente,tal como histórias se foram tão de repente.

Meu chão,minha lua, minha formação de várias poesias e canções...

Você se fora, o lado esquerdo do meu peito não mais batia aceleradamente -Tal como quando encontrava-me de seu lado..

Memórias surgiam, pouco á pouco..

Me esquecia mesmo até,de minha insanidade mental...Sentia que estava ficando louco..Louco,por não tê-la.

Sei que há um lugar em mim, aonde há alegria de viver...

Mas, estou perdido nas rédeas do amor..Enquanto,não afrouxá-las..Não,estarei respirando.

Solitário, e na amargura de minhas próprias dores...Tento ouvir meu coração, na ilusão de tantos clamores...

Volte,volte,volte...

Necessito de você!,será que não pôde perceber?

Tolo fui eu...

Tolo,por não amá-la o suficiente.

E,achar que nada poderia existir além de nosso arco-irís.

Triste..

Algo que não compreendo..

É como posso estar a sós, não entendendo à si mesmo.

Ouvia meu coração,crendo que aquela poderia ser a única saída..

E a voz murmura:

Vá longe, e busque-a..Por, mais distante que esteja...

"O amor não mede distâncias, mede quanto você,irá querer e desejar amá-la"

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