terça-feira, 31 de agosto de 2010

Rosa Branca - Soneto

          Rosa Branca






Rosa Branca de meus olhos, que contraí-me em nostalgia.





Tua boca é poesia enquanto tua mão passa e repassa sobre meu peito repleto de esperança.





Caio na dança metamórfica do amor, que me deixas louco por sobrevoar de pés no chão um horizonte e o Shangri Lá.





Tuas pernas são pontes que se elevam quando meu dedos entre passam teus pêlos.





É simples viver e morrer em teu pensamento, assim posso dar início à tudo que já um dia começou.





Sou areia passageira, e tu és mar de feições.





Me humilha, chantageia, e acaba comigo. Porém, jamais perde o âmbito de querer amar-me.







Dois passos pra lá, e três para cá. Sinto assim firmeza em teu olhar e destreza em teu passar.





Ando nas nuvens enquanto dormes, e enrijeço o cantar de Sereias quando elas hipnotizam os navegantes. 





Triste fado que se elocubra na solidão de uma lembrança.





Rosa Branca, tu és só minha. E contigo fui o Universo, rondando em infinito junto aos astros.





Não queiras me domar, pois domando-me deixarei de te possuir...





Continue firme... que para sempre eu prossiga deleitando-me de seu corpo.

Um comentário:

  1. Lindo, lindo, lindo amor...
    Muito sensual..que fogo amor..rsrs
    que assim continues por muito tempo...
    Só tenho que agradecer por tão grande afeto e desejo, o qual a mim destina..
    Gostei do rec..jamais irei doma-lo..quero te assim sempre .garanhão selvagem..rs
    te amo..te amo..e tb te adoro..

    Sua Vasti

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