sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Poesia, estilo longo. Perfeição em letras II




                                                 O poema do jovem apaixonado




Quando dispõe a luz do dia, ouço melodias ao meio dia.
Mas que tu, posso ir além mesmo que sozinho.
Pois sou homem de asas e vôo sobre teus sonhos como uma gaivota que vôa sobre o mar.
A luz que me guia é das estrelas
Das que brilham mais fortes e formam constelações.





Posso te mostrar o caminho
Mais mostrando-te o caminho você mesma não irá se encontrar.
Triste sina de dois jovens apaixonados,
Que sem querer se amaram com o desejo de viver como fantoches manipuláveis.
Que jamais uma vez se esqueceriam como fora tão intrigante no meio da noite,
Criar um ambiente súbito e lúgubre pára seus recantos de paixão e de encantos.
Tomou-se champagne com gelo,
Por várias primaveras nas câmaras fechadas em que se jazia silêncio
E que nelas, um forte guarda os aprisionava.
Dois corações,
Uma só imaginação.





Diria que um dia às velas se enfurnariam, para que pudéssemos rumar até a lua.
Porém, a lua nem mesmo nos suportaria.
Pois nada somos sem querer conhecer o universo.
Universo de luz.
Universo de ódio.
Universo de dor.
Universo de silêncio.





Conheço a luz que faz de teus olhos brilhar.
Conheço-te de dentro prá fora.
De fora para dentro.
E andamos pelo paraíso com o intuito de acariciar as mais belas flores.
Flores que vem de árvores e que dão frutos para uma nova geração...





Caminhamos por campos de ouro.
Que nos dão todo sustento para sermos felizes.
Vejo os ventos que vem do oeste para beijar sua face.
E assim, com ternura, podem te consumir de leste à oeste.





Somos dois jovens apaixonados, que por si só já dão sentido a vida de outras pessoas.
Por quê contar os dias quando podemos pensar em quantas crianças, velhos, adultos, estarão confortados em lembrar como tudo que viram foi inesquecível?





Andamos diante a guerra.
E com nossos braços e palavras...
Nós dois, transportamos a paz.
E fazemos da guerra, duas carabinas com rosas jogadas em vão nas alamedas.
Seja assim que se domina homem.
Seja assim que pode-se encantar os olhos que só viam antes tristezas.
Pois mas que assim, o que vimos antes transformou-se só em lembranças.





E que de lembranças vivemos.
Vivemos para querer viver.
Pois só vivendo...
É que se pode realmente ver.


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