segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Sublimes poesias



Em teus versos.

Ó, minha cara...
Em teus versos encontrei o mais precioso mármore carrara. 
Moldei teu espírito apesar de memórias.
E me sub-julguei apesar do epicentro que consterna entre as leis do amor e do ódio.
Pois que um dia, fazei de teus versos melodia; nostalgia.
No sublime e crescente intuito de amar-te; amarei-te.

Mesmo que rebelde, 
Sei que depois da tempestade, 
Vem a luz que nos encobre.
E o vento que sobre...
Pra margear as pontas de sua face lado a lado, com magnífica ternura.

Na insalubre e incolúme veste que usam os indecentes.
Vesti-me.
E não retirar-ei-a até que me ames outra vez.
Que mesmo o silêncio, não é capaz de calar os desesperados.

Nos teus versos encontrei as mais belas das poesias.
O som, o céu, a luz, o dia.
Mil e uma noites se passaram, e só nós dois estávamos lá... Sozinhos.
Sem saber o que fazer, éramos ternos amantes...
Que se arrolhavam, para aquecer-se do frio em tão longo inverno.

Pretensão que surgiu tão derrepente...
E que se mistificou somente num emaranhado de ilusões.
Queria ser como o oceano, pra poder te levar junto ao horizonte.
E no horizonte lhe ensinar a nadar com golfinhos. 

Nos teus versos encontrei toda paz, lirismo, amor cujo precisava.
Convencestes- me que é única pra mim.
Vem acalmar meus vendaváis, e desarmar meus porões.
Traz aqui teus bons olhos pra me ver.
Me busca, me seduz..
Me tira dos confins...
Que já estou pronto pra ir. 

Revolta que incendeia e encandece, a última brasa de meu coração.
Luto, e canto fortemente pra gente ser feliz.
Dou dura, mas... jamais serei teu homem facilmente.
Deves me conduzir...
Para que eu saibas o caminho certo à trilhar...
E para assim te conquistar...

Eternamente...

Por isto, te amo mulher.
Por aquilo te adoro mulher.
Por aquilo outro, te respeito.
E por mais... sou só teu, livre e perfeito.

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