Você já fez poesias em que descrevessem a realidade mundial?
Na África, crianças comem vermes.
Na Etiópia, morrem de fome.
No Egito, brigam por terras
No Afeganistão, brigam na guerra.
No Brasil, a violência é impertinência.
Na Índia, se há carência.
No mundo só se existe impotência.
Dedico a poesia, aos que sofrem, aos que gemem por socorro sem voz, os que pedem dinheiro para alimentar sua família, aos que morrem de frio, de fome...
Os sussurros da humanidade
(Por Advogado do Diabo)
No âmago do deserto...
Existe um andarilho que caminha em passos incertos.
No calor da Savana, uma criança que chora e que reclama.
Nas pradarias, uma moça que gemia.
Na correria da cidade, um mendigo morria.
No céu, aviões afundavam navios.
Em terra, homens acendendo pavios.
Na galáxia, satélites transmitindo desgraças.
Um verme comia a criança por dentro, quando não lhe restavam alimentos.
Era seu corpo o único prisioneiro.
A vida, não lhe ensinou a esquecer...
Nem muito menos ensinou à criança a ter que morrer.
Enquanto escrevo a poesia.
Morrem pelo menos duas crianças por dia.
Quando tenho olhos.
Me esqueço de usá-los.
Pois, desgraça tanta, faz que eu deseje estar cego.
Ou que um dia eu vá numa briga de egos.
Quando ouvimos uma música em nosso país, seja Blues ou Rolling Stones.
Ao menos um anjo toca uma corneta para uma alma adentrar no céu.
Quando logo é forrado o cadáver com um véu.
Uma borboleta te rodeia e se direciona para o céu.
A tristeza não existe, na concepção dos benfazejos.
Que só eles possuem os mais sórdidos desejos.
Eles podem, enquanto alguns sonham.
Um copo d' água é raridade.
Num mundo onde bestas e demônios circundam a carcaça dos menos dignos.
Abutres circulam aos privilegiados.
Que se forram de inveja, invés de forrarem-se com um cobertor.
Homens rasgam a pele de animais, e outra vez, se tornam primatas.
Vis boçais, que só pensam em capitais.
Não somos nada.
Comparado à quem tem pouco.
Pois cada enxerto...
Vale por uma lágrima daquele que é desesperado.
Vê-se os que moram nos Emirados, àqueles que são mancomunados.
De livre ideia de pobres excomungados.
Num mundo de insanos e de retardados.
Na Etiópia, morrem de fome.
No Egito, brigam por terras
No Afeganistão, brigam na guerra.
No Brasil, a violência é impertinência.
Na Índia, se há carência.
No mundo só se existe impotência.
Dedico a poesia, aos que sofrem, aos que gemem por socorro sem voz, os que pedem dinheiro para alimentar sua família, aos que morrem de frio, de fome...
Os sussurros da humanidade
(Por Advogado do Diabo)
No âmago do deserto...
Existe um andarilho que caminha em passos incertos.
No calor da Savana, uma criança que chora e que reclama.
Nas pradarias, uma moça que gemia.
Na correria da cidade, um mendigo morria.
No céu, aviões afundavam navios.
Em terra, homens acendendo pavios.
Na galáxia, satélites transmitindo desgraças.
Um verme comia a criança por dentro, quando não lhe restavam alimentos.
Era seu corpo o único prisioneiro.
A vida, não lhe ensinou a esquecer...
Nem muito menos ensinou à criança a ter que morrer.
Enquanto escrevo a poesia.
Morrem pelo menos duas crianças por dia.
Quando tenho olhos.
Me esqueço de usá-los.
Pois, desgraça tanta, faz que eu deseje estar cego.
Ou que um dia eu vá numa briga de egos.
Quando ouvimos uma música em nosso país, seja Blues ou Rolling Stones.
Ao menos um anjo toca uma corneta para uma alma adentrar no céu.
Quando logo é forrado o cadáver com um véu.
Uma borboleta te rodeia e se direciona para o céu.
A tristeza não existe, na concepção dos benfazejos.
Que só eles possuem os mais sórdidos desejos.
Eles podem, enquanto alguns sonham.
Um copo d' água é raridade.
Num mundo onde bestas e demônios circundam a carcaça dos menos dignos.
Abutres circulam aos privilegiados.
Que se forram de inveja, invés de forrarem-se com um cobertor.
Homens rasgam a pele de animais, e outra vez, se tornam primatas.
Vis boçais, que só pensam em capitais.
Não somos nada.
Comparado à quem tem pouco.
Pois cada enxerto...
Vale por uma lágrima daquele que é desesperado.
Vê-se os que moram nos Emirados, àqueles que são mancomunados.
De livre ideia de pobres excomungados.
Num mundo de insanos e de retardados.
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